A pior frase do dia

A saudade é a bola no boliche da vida.

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Shimeji na manteiga ajuda a “descrescer”

Como eu pude passar tanto tempo sem esquentar minha barriga fofinha no meu próprio Brastemp?, é o tipo da pergunta que, obviamente, vai permanecer sem uma resposta satisfatória. Mas, pensando bem, cá com meus dois botões cansados das doze horas praticamente ininterruptas de trabalho quartaferiano, ando longe daquele ideal da mulher pra casar, do tipo cama e mesa, sabe.

Faço uns pequenos (às vezes bem grandes) estragos na cozinha e não sou daquelas que acertam de primeira os ingredientes ou que inventam mil e um sabores. Bem lá no meu íntimo sofro com isso, acredite. E mais quando vagamente lembro das últimas tentativas de encarnar A Chef de Cuisine. Besteira, besta! Só me renderam gastos extras na manicure, horas a mais esfriando a barriga fofinha na pia, um aumento considerável no repertório de impropérios contra mim mesma e blá blá blá, blá blá blá.

Mas nada que uma espiadinha no horóscopo do dia não resolva, estou certa? Sim, estou certa de ter lido toda aquela verborragia redundante, algo como: “procure elevar sua auto-estima”. Saco! Mas vai daí que decidi usar aquele pratinho de shimeji que estava na geladeira antes das duas semanas após o vencimento do prazo.

Foi lindo! Satisfiz meu Brastemp, que andava saudoso de mim, e ainda por cima experimentei uma receitinha simples demais. Olha só:

  • peguei a bandeja com 200 gramas de shimeji e lavei em água corrente;
  • dividi as “flores” dos cogumelos em partes pequeninhas, que é como gosto mais;
  • daí botei tudo na minha super-hiper-mega-blaster panela Tramontina, juntamente com duas colheres das de sopa de manteiga (alôu, nada de economizar aqui, só vale man-tei-ga);
  • em seguida fiquei feito besta mexendo por oito minutos (tá, confesso que saí pra me acabar nas coreografias de Dancing Queen, vendo Mamma Mia);
  • quando já estava juntando aquela aguinha no fundo da panela, adicionei (tão receita essa palavra, né?) quatro colheres, também das de sopa, de Shoyu e mexi por mais dois minutos;
  • juntei mais duas colheres de saquê e mexi por mais dois minutinhos e… Voylà!

shimeji

Ficou uma diliça! E, quanto ao “descrescer”, tem que assistir ao Mamma Mia pra saber. Eu já disse que a-do-ro ABBA?

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LP

Há uns três anos meu filho mais novo me chegou da aula de Kung Fu pedindo para fazer um tal de Le Parkour. Kour de quem?, foi o que ouviu numa primeira reação. Aí o bichim me explicou mais ou menos o que era, que conheceu pela internet e veio todo animadinho me apresentar. Como as vezes, papel de mãe é se assustar e passar isso adiante, dei um estrondoso não como resposta. Imagina um pirralhinho de 10 anos, sem a consciência corporal devida, sair vor aí dando bunda canastra, saltando muro e subindo em galho de árvore? Mim não ser Jane!

Pois não é que descobri que muitos outros pais assustadinhos repetiram a mesmíssima coisa! Acontece que uns meninos mais taludos resolveram enfrentar as feras e hoje formam um grande grupo chamado “Le Parkour Fortaleza”. São jovens de vários bairros da capital que se juntam para trocar experiências e afinar técnicas. Até ensaiei de um jeito totalmente desconcertado uns primeiros movimentos.

a matéria que foi exibida hoje no Na Boca do Povo está disponível no site. E como já dá para pesacr de lá, facilito o trabalho de vocês colando aqui.

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O que a Fifa não viu

A montagem é tosquíssima, mas rende duas boas gaitadas.

rastreadores_impurezas_comissao_fifa_fortaleza

Eu falei que era tosca.
Via: Rastreadores de Impurezas. Não conhecia.

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Fuibrinká

Contrariando minha religião herdada por ancestrais cheios de simancol, aceitei o convite para uma domingueira 0800. Botei a roupa de banho e levei a macacada de casa para conhecer o mais novo brinquedinho instalado no Beach Park, o Ramubrinká.

Fiz muitíssimo bem em ir. Tudo muito bem organizado. Para receber os escolhidos (e invejados) de pulseirinha azul, uma espécie de lounge chiqueeérrimo (redundante, não?) foi montado ao redor da piscina onde desaguam os afoitos. Numa das tendas pude assistir ao finalzinho show do meu ídolo, misto de cantor e arquiteto, Falcão (com direito a tietagem explícita, diga-se). Mansss, não vou nem mentir, ir naquela direção já me dá água na boca só de pensar nos sabores fruto da inventividade do Chefe Bernard Twardy. Céus!, que tapiocas finíssimas recheadas eram aquelas?! E os queijinhos e as saladas de frutas com granolinhas e os cookies e mais aquele mix de petiscos levíssimos numa fartura de dar canseira nos glutões?!

Para tentar abanar o calor saariano, sucos, sucos e mais sucos. Meu próprio paladar agradece ter provado o de limão com gengibre. Refrescante só de pronunciar, hein? E água, muita água, para o bem dos ressaqueados. E champã, claro, que é para sair bem na foto. Aliás, ramucombiná, é muito fácil identificar os mesmos rostos 3 X 4 das colunas sociais num evento desse tipo, viu. Engraçado de olhar, mas diz que gente civilizada não fica reparando nas matutices do povo, então, ramusimbora.

E, quer saber? Rôconfessar logo: foi a primeira vez que entrei no complexo aquático com a fiel intenção de brincar. De todas as outras fui para trabalhar. Funcionou o convite inicial do Falcão e a simpatia das colegas da assessoria de imprensa. E, respondendo ao Emílio, pela olhada que dei assim mais de longe na fila, a brincadeira é das boas. Pois é, meu teste de sanidade não me permite descidas radicais, daí eu fico a boiar nas orrentezas encantadas, pensando na morte da bezerra e em como é bom ser livre pra não estar nem aí pra um magote de gente besta.

Ah! A mesma religião herdada por ancestrais cheios de simancol não me permite aceitar fazer boi.

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Iracema, Quitéria e Batoré

Eles são uns bebês lindos! Aqui, a chegada dos três ao novo lar, na reportagem da Uol.

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Maísa Descobre

Profissionalmente falando, uma das melhores coisas do ano que passou foi ter, enfim, saído do estúdio e ido pra rua. Desde julho de 2008, tenho gravado externas para o quadro intitulado “Maísa Descobre”. Na cara de pau, sugeri o nome inspirada  no cãozinho Doc, do Discovey Kids. A coisa mais fofa da TV! A produção caiu em cima de mim por achar muito lúdico e tal. O fato é que venci no grito e de lá para cá temos buscado temas variados para as matérias, que vão ao ar semanalmente, nas segundas-feiras.

Começamos de forma tímida, mostrando como se faz uma calça jeans, na imensidão da Santana Textiles. Fomos bisbilhotar como vive o ídolo do brega Genival Santos. Foi lindo ver a surpresa dos fãs, que não o conheciam pessoalmente, em plena Praça José de Alencar! Fizemos pão. Mostramos como se faz um jornal diário. Tive meu dia de garçonete, de tratadora de cães, de comissária de bordo. Surfei no Titanzinho. Bom, eu tentei, claro. Fiz rapel urbano com uns malucos de uns homens-aranha, que descem de cabeça para baixo de um edifício de 23 andares. .. Enfim. Tenho descoberto que há muito o que se descobrir nessa cidade.

Uma experiência que nem sempre dá para viver da forma que queremos, mas feita com muita dignidade e muita vontade, principalmente. Mas o melhor tem sido descobrir histórias de gente. Gente como a Mariazinha, a cobradora da 11, a Topic que faz a linha Barra do Ceará-Cais do Porto, aqui em Fortaleza.

Depois de várias tentativas frustradas de fazer o upload do vídeo para o YouTube, enfim, consegui.

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Frase do dia

“Quem não pode com o pote não pega na rodilha”.

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Last.fm confunde Raimundo Soldado com Benito di Paula

Meu lado brega não se conforma. Tanto é que já estou programando uma série de ações de repúdio explícito. Penso no lançamento oficial de um panfleto apócrifo feito por mim mesma, um abaixo-assinado, além de uma enxurrada de mensagens cheias de ódio para todos os meus 1.897 amigos no Orkut.

Imagine a pessoa digitar Raimundo Soldado e, para o próprio espanto, aparecer Benito di Paula?!

lastfm

Ora, até uma criança de três anos de idade, numa competição no palco do Domingo Legal, saberia distinguir os dois ícones da música brasileira! Cóóómo a Last.fm não sabe?

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Ainda somos os mesmos

Dizer que Sarney é o NOVO presidente do Senado soa no mínimo estranho para mim. Como assim, “novo”? Eu nem tinha nascido e estava lá ele a fazer a mesmíssima política de hoje! Ou não? E olha que eu nasci há dez mil anos atrás.
E, definitivamente, seis mandatos seguidos para Temer é de lascar o cano, né não?

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