5 Agosto 2008, por Maísa Vasconcelos
Gente do céu, a Flora com aquela carinha de meiga virou a mais perfeita vilã! Definitivamente essa é uma novela, digamos, diferente. Já disse por aqui que não sou noveleira. Como de costume, vejo o primeiro capítulo, uma cena ou outra perdida e os capítulos finais. O mesmo não acontece com A Favorita. É claro que há todo um jogo de marketing muito bem montado para vender a trama, mas o que há de verdade é uma desconstrução de uma receita de bolo já bem conhecida. Onde já se viu apontar “o assassino” assim no começo da brincadeira? Quem não lembra da enrolação nos casos Odete Roitman, Salomão Haiala e companhia? No capítulo de hoje o que se vê é também uma nova forma de mostrar mocinhos e bandidos. Para quem, como eu, sempre preferiu alguns mauzinhos da ficção, vai ser fácil continuar torcendo pela Flora
Escrevi Depois: Duas coisinhas: tá bem, reconheço que exagerei um pouco no “uma nova forma de mostrar mocinhos e bandidos”. É o que dá ver mais que uma cena perdida. Agora vamos ver no que vai dar essa inversão de papéis da vilã com a mocinha. E eu acho que muita gente não vai lembrar dos casos Odete Roitman e Salmão Haiala. Iêêêêi! É o novo!
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29 Julho 2008, por Maísa Vasconcelos
Alguém duvida disso? Eu mesma, a contragosto, já tive de cortar o cabelo depois que uma pesquisa detectou a insatisfação do público com minhas madeixas alongadas. Mesmo tendo tido um tempo para tentar me acostumar com a idéia, tomei um susto com a tirania que a opinião do telespectador pode representar. Imagine ter de mudar o visual enquanto apresenta o programa! Acontece.
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6 Junho 2008, por Maísa Vasconcelos
Ali pelo final dos anos de 1970 e começo da década de 1980 uma conversa que chamava atenção nas rodas era a possibilidade da máquina, leia-se o computador, tomar o lugar do homem.O tema foi tratado até o desgaste. Hoje, sentindo na pele os efeitos da pane em todo o sistema elétrico da TV, causada pela tempestade de raios que caiu sobre Fortaleza na madrugada dessa sexta-feira, me ocorreu que precisamos tratar de arranjar alternativas para a nossa dependência dessas máquinas. Imagine uma redação de uma emissora de TV funcionando sem computadores. Parece incrível que há bem pouco tempo era assim: nada de internet. No estúdio, nada de teleprompter. Atualmente seria bem difícil, claro. Lembro que há alguns poucos anos, diante de um problema parecido com o de hoje, tivemos que usar uma máquina de escrever que tinha ficado por ali, largada. Hoje nem isso tinha. Para botar no ar o Na Boca do Povo tivemos que voltar ao tempo da televisão feita à mão.
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27 Maio 2008, por Maísa Vasconcelos
Vai ou não vai ter o beijo gay envolvendo os personagens Bernardinho e Carlão? Ferraço merece um final feliz junto da mocinha? E a vilã, que final terá? Na reta final de mais um folhetim eletrônico, perguntas como essas estão na boca de meio mundo, das pracinhas mal iluminadas da periferia aos corredores marmóreos de shopping centers. Um clímax preparado cotidianamente, gestado na resposta de todo dia, seja nos grupos de avaliação ou nos anônimos que se enxergam personagem clonado na tela. Mesmo os que não vêem a novela são influenciados por ela de alguma forma. E o imaginário de um país continental vai se desenhando em capítulos.
A verdade é que não tenho visto novelas. Aliás, recentemente, zapeando, tive a gratíssima surpresa de encontrar o querido Cláudio Jaborandy na mais nova produção da TV Bandeirantes, “Água na Boca”. Caricatura dele mesmo ou de todos nós? Não sei. Apenas gostei de vê-lo num papel de destaque, fulerando com uma Kombi batizada de Arre-égua! Mas mesmo não acompanhando e não tendo lido mais que duas besteirinhas sobre o tema, gostaria de estar no Rio de Janeiro para participar do encontro Eu Vejo Novela. Dramaturgos brasileiros, críticos e intelectuais vão se reunir no Centro Cultural Banco do Brasil para discutir o papel da novela na formação cultural de todos nós. Boa pedida.
Um caldeirão chamado Brasil
Iniciativas como o Tangolomango 2008 - Festival da Diversidade Cultural, são talvez a chance de ouro que muitos artistas esperam para interagir com outros grupos que vivem em lugares e realidades culturais distintas. Além da divulgação dos trabalhos de cada grupo de artistas participante, o Festival pretende ser uma amostra da capacidade de compartilhar saberes, resultando em obras cuja marca seja a construção coletiva.
Já na sétima edição, o Festival está com inscrições abertas a grupos interessados até o dia 10 de junho. Neste ano as apresentações devem acontecer nos meses de agosto, setembro e novembro nas cidades de Fortaleza, Recife e Rio de Janeiro respectivamente.
Os cearenses Dona Zefinha (Itapipoca), Grupo de Bacamarteiros de Beato José Lourenço (Juazeiro do Norte – CE), Banda de Latas de todas as cores (Fortaleza) e Vidança (Fortaleza), estiveram presentes no ano de 2007 como grupos selecionados, juntamente com outros grupos convidados, como a Banda Cabaçal dos Irmãos Aniceto (Crtao), Dr. Raiz (Juazeiro do Norte), Tambores de Guaramiranga (Guaramiranga)e Tambores do SESC (Fortaleza).
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12 Maio 2008, por Maísa Vasconcelos
Próxima sexta-feira o Na Boca do Povo será temático: falaremos sobre pessoas portadoras de deficiências físicas. Pautas prontas, equipe gravando, convidados agendados, eis que recebo um e-mail do Robério Belchior, produtor de shows. Lembra da Kátia? Faz show em Fortaleza justo na sexta. Agendadíssimo. Então, cante comigo:
“Eu já nem lembro quanto tempo faz
Mas eu não me esqueço que te amei demais
Pois nem mesmo o tempo conseguiu fazer esquecer você
Nããão
Fomos tudo aquilo que se pode ser
Meu amor foi mais do que se pode crer
E nem mesmo o tempo conseguiu fazer esquecer você”
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11 Maio 2008, por Maísa Vasconcelos
Na Record News ele conta sua história. Poderia ter sido tudo diferente, não fosse a inventividade do grandão que aos doze anos saiu de Pereiro, interior do Ceará, no rumo da capital. Não tem pra ninguém! Como ele mesmo diz: é Falcão “no Brasil, o papa em Roma e Jonh Lennon no caixão”. Divertidíssima a entrevista. Lembrei dos tempos da Escola de Arquitetura, quando até peça de teatro fizemos; do Jornal Sem Regras; dos primeiros shows…
E fui lá no blog dele. É muita fuleragem, má! Sensacional a música feita pro amigo machão, lá da Paraíba, que “depois de umas canas” resolveu “dar um grau” numa rapariga. No motel foi que descobriu que ela se chamava Honório. Ahahaha… Muito bom, “emboramente” o blog necessite de leiaute mais condizente. Urgente!
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10 Maio 2008, por Maísa Vasconcelos
O reencontro aconteceu na Lagoa da Parangaba, em Fortaleza. E foi tudo gravado. Pois é, o caso Ronaldo continua rendendo. E ainda vai fazer muita gente dar risada.

Belo Beleza (André Luís), Babalu (Amadeu Maia) e Picolina (Igo Balbino) são os responsáveis por essa marmota, que vai ao ar semana que vem na Panelada da Babalu.
Escrevi Depois: Sampson Moreira gostou e resolveu engrossar o caldo da fuleragem lincando. E o Silveira fez um post que eu queria ter feito.
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4 Maio 2008, por Maísa Vasconcelos
E ninguém vê?! Como assim? Saiu em algum lugar? Alguém publicou e eu não li? Eles estiveram invisíveis durante a gravação? Parece que sim: não encontrei nada sobre.
Bom, vamos ao que soube apenas hoje. No dia 25 de abril uma equipe da gigante CBS - Columbia Broadcasting System, veio de Salvador e hospedou-se no Gran Marquise Meliá. Eram pelo menos 100 pessoas, contadas 20 duplas do “jogo”, mais um cinegrafista e um assistente para cada dupla, mais diretores, produtores, intérpretes e tal. Uma equipe local fez a produção em Fortaleza. Pergunte a qualquer um deles sobre o assunto e quase nada vai ouvir sobre o trabalho feito. Aliás, quem faz produção sabe da dificuldade que é a parte de transporte. Pois imagine que uma pequena frota de cerca 80 carros foi usada durante as gravações, algumas delas no Parque da Liberdade, mais conhecido como Parque da Criança. Super produção é outra coisa!
Alguém aí sabe algo mais, como o nome do programa, por exemplo? Ah! Daqui foram rumo ao México. E eu não vi nadinha.
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21 Abril 2008, por Maísa Vasconcelos
Por incrível que pareça esse é o tipo de pendenga jurídica que pode passar despercebida. Eu mesma, não tivesse acessado a Tribuna da Imprensa On Line, sequer teria atentado para acompanhar os mais recentes capítulos de uma ação movida pela família que teria vendido, por exatos US$ 35 (trinta e cinco dólares), ao empresário Roberto Marinho o que hoje é a TV Globo de São Paulo. Um processo que já tem mais de 5 mil páginas e pareceres como este da procuradora da República Cristina Marelim Vianna:
“À luz dos fatos exaustivamente narrados no feito, temos, em apertada síntese, que houve, na década de 60, transferência ilegal do controle acionário da atual TV Globo Ltda., visto ter a negociação se baseado em documentação grosseiramente falsificada”.
Leia o artigo “STJ designa relator para ação contra TV Globo”, de Carlos Newton, aqui
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21 Abril 2008, por Maísa Vasconcelos

Dias difíceis esses que estamos vivendo! Na TV a trajédia tragédia vem servida em capítulos. Do lado de cá da vidinha mais do que real, um mosquito nos tira o sono. Ou pelo menos deveria ser assim, no plural. Quero crer que a notícia da morte do guitarrista Rodrigo Gondim, provavelmente por complicações da dengue, nesse momento entristece e preocupa mais do que somente a mim e a seus familiares e amigos.
Se por um lado é assustador ver que já se vão mais de 20 anos da presença da doença entre nós, sem que governos sucessivos tenham tomado medidas eficazes para a erradicação do mosquito Aedes aegypti, por outro é inexplicável a falta de conscientização por parte das próprias pessoas que vêem cada vez mais perto os efeitos de uma epidemia e se negam a reagir. Desde 1986, período dos primeiros casos notificados no Ceará, sofremos com surtos alternados, sendo mais graves até aqui os de 1994 e 2006. E o ano que está apenas no começo, o que nos reserva?
Ainda sob o efeito da febre e das dores fortes que me levaram ao hospital no final de semana, me vejo identificando sintomas outros que nem sei se são verdadeiros ou fruto do medo. Medo da morte que já me rondou pelo mesmíssimo motivo. Diante disso, qual laboratório está apto a me tranqüilizar?
Na semana passada, conversando com um especialista no assunto comentei, em tom de brincadeira, que se não fosse tão malvado esse mosquito mereceria minha profunda admiração. Qualquer um que leia mais sobre a capacidade de manutenção de sua espécie pensará o mesmo. Mais que o mosquito, só mesmo o vírus que o utiliza como vetor. Acha absurdo? Pois então, siga lendo algumas curiosidades que consegui listar sobre o Aedes aegypti.
A fêmea precisa de albumina para manter os ovos em condições de amadurecer e, por isso, só ela é que suga o sangue dos humanos. Já o macho é um típico vegetariano, pois se alimenta exclusivamente de seiva das plantas. Durante o tempo médio de vida, que é de aproximadamente 45 dias, ela pica cerca de 300 pessoas e põe em torno de 500 ovos. Os locais “escolhidos” por ela são prováveis pontos de acúmulo de água limpa. Veja bem: ela pode depositar ovos nas paredes de locais ou recipientes secos que serão preenchidos por água! Os ovos permanecem lá por até 400 dias até existirem condições ideais para eclodirem, tais como a subida da água prevista pela fêmea. Em seguida teremos a larva e depois… Tcharam! o mosquito. É ou não digno de aplausos? E, por favor, esqueçam o que lhes disseram sobre mosquitos da dengue só voarem durante o dia. Eu mesma já capturei uma fêmea aqui em minha casa voando toda fogosa bem depois desse toque de recolher ultrapassado.
Fonte: Wikipédia
Imagem: Recorte sobre material de campanha do Portal da Saúde
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20 Abril 2008, por Maísa Vasconcelos

Nonato Albuquerque e um topete hilário, sem data ou crédito do fotógrafo. Quem souber o que fazia ou o que dizia nosso jornalista antenado que se pronuncie.
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18 Abril 2008, por Maísa Vasconcelos
É o que diz a coluna do Daniel Castro, cujo conteúdo é exclusivo para assinantes. Isso já era esperado, mas os números são impressionates. Para se ter uma idéia, o Brasil Urgente, da Band, cresceu 46% na primeira quinzena de abril em comparação com o mesmo período no mês de março. Lendo e tentando entender esses números dá até para achar que a iminência de um desfecho para esse caso vai deixar muita gente com saudade desses dias de glória. Não sei você, mas eu estou cansada de tanto espetáculo. Está indo além do que eu consigo entender ou aceitar.
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14 Abril 2008, por Maísa Vasconcelos

Imagem: Band
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13 Abril 2008, por Maísa Vasconcelos
Foi bom para mim. Há tempos não acompanhava o concurso e fiquei satisfeita com a seriedade na condução e o empenho da produção. Glamour sem a caretice característica desses eventos. Um ou outra escorregadela, mas tudo dentro da normalidade de uma transmissão ao vivo. Senti falta de emoção. É tudo muito editado, cortado e as moças acabam sem muito espaço para conquistar o público.
Quanto ao resultado, bem, por instantes acreditei que a Vanessa levaria a coroa. Está certo que ela tem alguns problemas que até ficaram visíveis, como a pele meio castigada, mas portou-se divinamente. Lembro de ter dito, depois de um comentário da Flávia Cavalcante durante o Boca, que ela precisava de mais determinação para impactar já na chegada. Acho que conseguiu isso hoje. Empolgou a platéia. Danada! Há tempos uma candidata do Ceará não chegava tão perto.
Mas a verdade é que no final me dei conta de que uma Miss Brasil se faz depois do título na mão. Nenhuma delas é linda como a Natália Guimarães. Nem ela era linda como está hoje na época em que foi eleita. Sai a Guimarães, entra a Anderle. Vamos ver se faz diferença no Vietnã.
Imagem: G1
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13 Abril 2008, por Maísa Vasconcelos
Pois é, ficou em segundo, como a Natália Guimarães no Miss Universo.
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