Olhaí, menino! A boa nova quem conta é o próprio Halder Gomes, o moço lá de Senador Pompeu que resolveu ganhar a vida fazendo cinema. Pela caixa postal, diz que o filme, desde o lançamento em DVD há três semanas, já é recordista de vendas na Distrivídeo, desbancando blockbusters como LOST e Transformers.
Não vi ainda e por isso não posso falar de conteúdo. No entanto posso apostar na raça de um sujeito pequenininho como só um cearense é, mas valente o suficiente para mostrar que é possível dar uma volta no ciclo da produção audiovisual no estado. O documentário “Loucos de Futebol”, que aborda uma temática regional ao retratar a torcida do Fortaleza Esporte Clube, foi feito por profissionais daqui e está sendo distribuído por uma empresa local. Dá-lhe Halder!
O melhor é que “Loucos” vem junto com o hilariante “Cine Holiúdy - O astista contra o caba do mal”. Impossível não dar boas gaitadas com as marmotas do Francisgleydisson, o personagem principal do filme que já rodou 13 países em mais de 50 festivais. Se não viu, veja.
E como não poderia deixar de ser, o DVD já está na praça também na versão genérica. Pois é, segundo o Halder “o filme já caiu nas graças da pirataria”.
Imagem: Vanessa Malta
Escrevi depois: A Leda demonstrou interesse no filme e não teve como acessar devido a eu não ter feito o serviço completo. Sendo assim, eis alguns contatos para quem quer saber mais sobre o Halder e para quem quer ter/ver o filme.
Contato com o Diretor: haldergomes.com
Para comprar o DVD: Nordeste Distribuidora
Há pouco mais de um ano recebi de presente um DVD com imagens incríveis de um acontecimento grandioso que reuniu “o que de mais célebre” existia na sociedade de Fortaleza. Sensacional! Nem me dei conta de que ali estava um documento. Hoje, aniversário de 50 anos do mais bonito de todos os cinemas deste país, divido com você esse presente: um filme documentário da Atlântida Filmes, com narração de Heron Domingues, que mostra a inauguração, em 26 de março de 1958, do Cinema São Luiz.
Escrevi depois: Na pressa de viabilizar a postagem do material (conversão para mpg: o dvd tinha 422 mb e ficou com 66 mb), nem pude me estender, falar do quanto é rico o material feito pela Atlântida. Embora seja nos moldes de um institucional, fixando-se mais na família Severiano Ribeiro, o filme é também retrato de uma época vivida por essa cidade desmemoriada. Reparem no texto, no vestuário, nas edificações da Fortaleza de 50 anos atrás! O melhor de tudo é ver que, embora não seja mais o espaço de exibições que já foi, o prédio permanece tal e qual. E o Nonato acabou por reconhecer algumas figuras que lá estiveram, como o Lúcio Brasileiro. Será que as encontrarei na noite de hoje revendo Anastácia?
Só gosto de mudança, aquela do verbo encaixotar tudo e desencaixotar mais adiante, pra fazer que nem na brincadeira de criança: sair correndo pra bater no verde e ficar feito boba esperando uma “alegria”. Acredite, uma carroça puxada a burro abarrotada de catrevage me faz saltitar. De resto, só de ouvir a palavra mu-dan-ça, me dá uma aflição, um desconsolo. É o temor do mistério das caixas perdidas, trauma inevitável para quem vive mudando de endereço. Na verdade, esse tipo de mudança fiz até poucas nesses anos todos. Quanto ao mundinho virtual, aí são outras agatetepês, afinal essa já é a segunda url em menos de quatro meses.
Pois eu, que não sei o que é reunião de condomínio nem obrigação de convivência pacífica com síndicos e afins, agora sou BlogueIsso! Blogs. O Leonardo Fontes, moço determinado, idealizador desse casamento que já congrega 19 blogueiros, fez o convite ainda no BlogCamp CE. De lá para cá, de butucas mais ligadas no assunto, tenho reparado nas redes de blogs, parcerias que já começam a dar frutos. Mas eu confesso que a minha vinda tem muito menos a ver com os milhões que serão amealhados (bem doida!) com essa novíssima oportunidade de negócios do que com uma certa promessa feita…
Nem isso nem aquilo, quero mesmo é ser feliz na blogô. Inda mais com tudo assim novinho, fruto do trabalho do SuperSampson! E vamo entrando, minha senhora e meu senhor! Chegue mais, amigo visitante, que pra entrar não paga nada! Moça bonita blogueira também não paga, e ainda leva. Leva o meu agradecimento pela visita, um abraço de longe e os “querer” de uma volta breve
Economês, politiquês, cientifiquês, juridiquês, e outros muitos “ês” não citados aqui, acabam por entrar na caxola graças aos veículos de comunicação e a própria comunicação interpessoal. Quem não pega assim, que se vire em dicionário para destrinchar o palavrório de um sem número de profissionais já acostumados aos jargões. Normal. E se a pessoa sai da estatística dos excluídos digitais e, tcharam! consegue adentrar (isso é policialês) no fantástico mundo da Internet e criar o seu próprio blog? - Não pode ser diferente, tem que se rebolar no informatiquês- diria você. It’s wrong, baby. O felizardo, ou felizarda, terá que segurar, ou soltar, o tchan um tantinho mais, afinal só com o velho português não vai dar. Tá, o Brasil já está botando as manguinhas de fora e tal, há páginas disso e daquilo devidamente traduzidas e cheias de sugestões de berimbelos para pendurar nos blogs. Mas, só isso basta?
Já estava mais ou menos familiarizada com alguns termos, até já dei meus pulinhos em HTML lá no 3 Amigos, mas essa mudança para cá está me dando é um nó no juízo. Plugins, tags, Pagerank, backlink, feeds, blogroll, AdSence, AdLogger, CSS, PHP, HTML, widgets, trackback, themes, Twitter… Isso tudo combinado com uma certa histeria no mundo da blogosfera: é uma tal de busca por sucesso que não sei não.
Se você, como eu, está com dificuldades, minha amiga, meu amigo, só tem um jeito: chore suas mágoas aí nos comentários. E isso já é uma busca descarada por sucesso. He he… Alguém aí conhece um “personal blog”? É assim que se escreve? De preferência que seja moreno, alto, bonito e sensual. Paga-se bem
Há tempos ando com essa vontade besta… Ah! Um bloguinho de anotações só meu. Mas, menina, onde já se viu fundar mais um blog se nem daquele dá conta, criatura? Esse pensamentozinho cretino me persegue a cada tentativa de encontrar uma casinha nova para os meus pensamentos, palavras e atenções. Daqui e dali surgem pretextos para não começar. O encanto não se ausentou, muito pelo contrário, Renato, meu poeta. Mas texto que é bom… nem escuto a zuada da mutuca, blogueira de dedos atados!