Mulher de fases

12 Agosto 2008, por Maísa Vasconcelos

Dia desses encontrei o eterno cunhado Ricardo Guilherme e ouvi dele frases que grudaram no meu juízo. Ele falava do sentimento de quem se olha e se vê velho e ranzinza, independente da quantidade de anos nos couros. Não tanto pela idade cronológica, ando assim, sem ânimo para muitas coisinhas, sem ênfase.

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Hanseníase não, lepra

8 Julho 2008, por Maísa Vasconcelos

Achou incômodo o título? Pois eu convido você a fazer um exercício de abstração.

É final de expediente e você revisa o dia, crente que nos próximos quinze minutos vai poder se espatifar no sofá puído do seu lar doce lar, não sem antes ter tomado aquele banho morninho e revigorante, claro. Eis que, de repente, a geladeira cruelmente vazia surge num flash. Pois agora se imagine no supermercado. Por entre folhas e frutas e legumes, você se vira para pegar duas ou três maçãs e esbarra com alguém. É uma mulher cuja idade você não consegue supor. Como os tímidos, ela guarda as mãos por detrás do corpo magro. O rosto amarelecido e esquálido lhe pede atenção. Ela precisa de “ajuda” e, para demonstrar o quanto, exibe mãos aleijadas, cotos ensangüentados de uma aspereza que impede um desvio de olhar salvador. Num milionésimo de segundo está registrada aquela imagem. É inevitável a ânsia de vômito. Daí por diante é uma confusão de sentimentos que lhe impedem de continuar ouvindo a súplica de quem traz consigo uma marca milenar. E ela desfila ali, infeliz, por entre folhas e frutas e legumes fresquinhos.

Se você sabe como lidar com esses sentimentos, diga-me como. Estou confusa até agora.

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Exemplo

6 Julho 2008, por Maísa Vasconcelos

Se tem uma coisa que me deixa molinha de felicidade é ver que, de alguma forma, consegui influenciar alguém positivamente. Pela ausência dos últimos tempos nós sabemos que não sou lá um exemplo de blogueira para se seguir, mas quando um menino de 15 anos decide fazer seu próprio blog depois de dar umas espiadas por aqui, tenho mais é que propagar isso. Olha que lindo! O Rômulo virou personagem de matéria do Zona Ciber no DN deste sábado. Já falei dele aqui no MB, lembra? Estou feliz, por ele e por mim.

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Cansaço

30 Junho 2008, por Maísa Vasconcelos

Alguém anda aumentando a rotação dos relógios a minha volta, só pode. Ou então a quantidade de afazeres está acima das possibilidades humaníssimas desta pessoa. A semana mal começou e a sensação de tempo transcorrido é tal que parece que já corri por uma quinzena inteira. Pior é que nem é só comigo.

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Arco-íris

30 Junho 2008, por Maísa Vasconcelos

A bandeirinha fincada aí do lado por conta da Parada Pela Diversidade Sexual do Ceará me agradou tanto que decidi deixar por mais um tempo. Aliás, mais uma vez não fui. Tenho preguiça de multidão, principalmente quando no meio dessa multidão há espertinhos prontos para estragar a festa dos outros.

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Brontofobia

6 Junho 2008, por Maísa Vasconcelos

É a aversão extrema a raios e trovões, também. Não fosse o fato de que não tenho nenhum problema com os demais itens, como astros e estrelas, e diria que faço parte da lista dos que têm essa fobia. Em bom cearensês, escapei fedendo!

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Eu também vou

4 Junho 2008, por Maísa Vasconcelos

Tal como o Luiz Carlos de Carvalho, “vou-me embora pr’Aquiraz“. Diz ele que a prefeita Ritelza Cabral resolveu decretar feriado justo no dia 12 de junho! Dia do quê mesmo, hein? Dos Namorados! E ainda vai dar mais uma mãozinha pros amantes adiantando a primeira parcela do 13º salário. Para ficar sensacional, só falta… o namorado :(

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Só por hoje

2 Junho 2008, por Maísa Vasconcelos

Ainda lembro da minha primeira vez. Como a maioria das moças adolescentes da minha idade, buscava afirmação em tudo enquanto. Julgava poder ter o mundo aos meus pés, e, portanto, não me impunha limites na busca pelos prazeres que a vida oferecia. E assim fui seduzida. A promessa de prazer, estampada nas revistas e na TV, enfim se apresentava como uma real aproximação do mundo dos adultos. No começo foi tudo muito rápido, às escondidas… E acredite: já se vão 24 anos de uma relação de amor e ódio, desde os primeiros tragos.

Por mais que o fogo do inferno esteja logo ali a me esperar, mas também crente que assumir pode me livrar de parte da pena, eu confesso: foi amor ao primeiro trago. Sempre gostei de fumar. Sempre achei que nós, eu e o cigarro, combinamos. Relaxante, prazeroso, elegância, segurança: palavras com as quais me identificava ao fumar. Via-me le beau français, por entre mesas de um café litteráire, cigarro sem filtro na mão. Tão sexy, glamurosa e arrebatadora como só eu gostaria de ser.

Não me culpo por ter sido presa fácil. Também não aceito a pecha de coitadinha. Vivíamos um tempo de busca pela “fórmula do sucesso”, de curtir o melhor da vida. Apenas um paradoxo? Em todos os tempos, e para todos os tipos de carências, as formas de convencimento passam por armadilhas quase perfeitas. Os que “precisam”, depois é se rebolar para assumir danos certos.

Em qualquer situação, perceber o mal de uma “escolha” é talvez a parte mais difícil. No caso do tabagismo, não considero que seja exatamente uma opção o que nos leva ao vício infame, que nos consome não só enquanto perdura, mas também depois e todos os dias. Está comprovado que há substâncias que se encarregam de nos transformar em subordinados. Seres pequenos com enormes vazios escondidos. Imperfeições que tentamos camuflar com isso ou aquilo. Muletas para deficiências sensoriais, quem sabe.

Não recordo quantas foram as tentativas de me afastar. Se de uma vez foi pela repugnância ao cheiro, por outra foi aquela gastrite doída demais que pesou mais na balança. Pior foi daquela em que vi o grande amor se ir, sem tempo para um “até logo!”. Na parada do coração do homem que escolhi para viver uma vida inteira de desafios e certezas, a prova do mal cotidiano que nos causamos. Mesmo assim não deu. Que força é essa que aprisiona dessa forma? Até consegui me impor limites. Contabilizei cada vitória, que eu mereço um carinho. Houve mesmo um tempo em que parei para tentar ser amada sem restrições. Quase! Estou mais uma vez de um dos lados do contador. Completo hoje 90 dias, algumas horas e outros tantos minutos sem nicotina no cérebro. Dê-me os parabéns, por favor! E nem de longe tente exigir de mim mais do que posso dar ou sentir.

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Eu quero o TSE fiscalizando o meu Orkut

13 Maio 2008, por Maísa Vasconcelos

Quem sabe assim me livro de malas que já começam a se manifestar com sua propagandazinha irritantemente fora de época. Não que seja favorável a essa medida antiquada e descabida nos dias de avanço tecnológico em que vivemos. Mas, sinceramente, independentemente do TSE estar vivendo na Idade da Internet Lascada, preciso de bem mais do que as minhas próprias mãos contra eles. Leia o scrap e se compadeça de mim mesma:

opa td bem, toh me candidatando a vereador de Fortaleza esse ano e gostaria muitu do seu apoio, tenhu algumas propostas no meu orkut, mais gostaria da oportunidade de nos conhecermos melhor, me add… abrçs! fica com Deus!!!!!

Bem dizer dizer uma candidatura miguxa! Digaí se eu mereço! Não tem Ser Superior que consiga interceder: lixeira, isso sim.

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Homem de calcinha

27 Abril 2008, por Maísa Vasconcelos

Não vou nem mentir que mesmo os meus anos todos de ser “prafrentex” me impediram de torcer o nariz para um comentário recebido de um sujeito que se diz “tarado por calcinha”. Aí você pode argumentar que não há nenhum problema nisso, que quase 100% dos homens são e tal. Mas, meu bem, o esquisitinho do comentarista gosta mesmo é de usar calcinha! Sacou? E aí?

Aí que o MB também não tem posts cujo foco seja o comentário da semana. Mas é mesmo uma boa idéia, viu! Sendo assim, vamos lá. Ainda no estágio anterior do blog, falei sobre o exagero da mídia especializada em abobrinhas, que adora quando uma celebridade resolve sair por aí sem calcinha. Até publiquei duas fotinhas que fiz, onde se vê varais inusitados. Pois é. Alguns meses depois, recebi este comentário:

“adorei as fotos, sou um tarado por calcinha, totalmente louco por lingerie! adoro usar calcinhas tenho algumas de renda fio dental!! me e-mail do msn esta disponivel pra tc com mulheres que gostem de homens com essas taras! obrigado beijo a todos”

Vôte! Não é por nada não, mas não teclo e pronto. Quem quiser que se habilite. Eu gosto mesmo é de homem de cuecas. Ponto. Ahahahaha…

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Quem tem medo da dengue?

21 Abril 2008, por Maísa Vasconcelos

Dias difíceis esses que estamos vivendo! Na TV a trajédia tragédia vem servida em capítulos. Do lado de cá da vidinha mais do que real, um mosquito nos tira o sono. Ou pelo menos deveria ser assim, no plural. Quero crer que a notícia da morte do guitarrista Rodrigo Gondim, provavelmente por complicações da dengue, nesse momento entristece e preocupa mais do que somente a mim e a seus familiares e amigos.

Se por um lado é assustador ver que já se vão mais de 20 anos da presença da doença entre nós, sem que governos sucessivos tenham tomado medidas eficazes para a erradicação do mosquito Aedes aegypti, por outro é inexplicável a falta de conscientização por parte das próprias pessoas que vêem cada vez mais perto os efeitos de uma epidemia e se negam a reagir. Desde 1986, período dos primeiros casos notificados no Ceará, sofremos com surtos alternados, sendo mais graves até aqui os de 1994 e 2006. E o ano que está apenas no começo, o que nos reserva?

Ainda sob o efeito da febre e das dores fortes que me levaram ao hospital no final de semana, me vejo identificando sintomas outros que nem sei se são verdadeiros ou fruto do medo. Medo da morte que já me rondou pelo mesmíssimo motivo. Diante disso, qual laboratório está apto a me tranqüilizar?

Na semana passada, conversando com um especialista no assunto comentei, em tom de brincadeira, que se não fosse tão malvado esse mosquito mereceria minha profunda admiração. Qualquer um que leia mais sobre a capacidade de manutenção de sua espécie pensará o mesmo. Mais que o mosquito, só mesmo o vírus que o utiliza como vetor. Acha absurdo? Pois então, siga lendo algumas curiosidades que consegui listar sobre o Aedes aegypti.

A fêmea precisa de albumina para manter os ovos em condições de amadurecer e, por isso, só ela é que suga o sangue dos humanos. Já o macho é um típico vegetariano, pois se alimenta exclusivamente de seiva das plantas. Durante o tempo médio de vida, que é de aproximadamente 45 dias, ela pica cerca de 300 pessoas e põe em torno de 500 ovos. Os locais “escolhidos” por ela são prováveis pontos de acúmulo de água limpa. Veja bem: ela pode depositar ovos nas paredes de locais ou recipientes secos que serão preenchidos por água! Os ovos permanecem lá por até 400 dias até existirem condições ideais para eclodirem, tais como a subida da água prevista pela fêmea. Em seguida teremos a larva e depois… Tcharam! o mosquito. É ou não digno de aplausos? E, por favor, esqueçam o que lhes disseram sobre mosquitos da dengue só voarem durante o dia. Eu mesma já capturei uma fêmea aqui em minha casa voando toda fogosa bem depois desse toque de recolher ultrapassado.

Fonte: Wikipédia
Imagem: Recorte sobre material de campanha do Portal da Saúde

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Fresca, eu?!

14 Abril 2008, por Maísa Vasconcelos

Qual é o produto com o qual você não aceita gastar mais que o estritamente necessário?” O Idelber Avelar, do Biscoito Fino e a Massa, deixou essa perguntinha, aparentemente simples de responder, no ar. E o que ele chamou de “meme idiota” acabou por me fazer pensar horrores sobre os meus hábitos de consumo.

Concluí que, de certa forma, sou conservadora em relação a alguns produtos e marcas. Não que não possa abrir mão disso, claro, também gosto de experimentar vez em quando. No cotidiano apertado, tento conciliar necessidades com possibilidades reais de satisfação dos meus desejos. Por outro lado, não sou chegada a grifes. Aliás, etiquetas, por dentro ou por fora da roupa, me dão coceira. E tem mais: não me entrego fácil aos apelos do tipo “não tem preço”. Tá bom, confesso que acabo cometendo alguns excessos. Mas nada que me tire o sono, como muitos que ficam com as finanças no vermelho. Também sou consumidora pé no chão, do tipo que compra quando os recursos para pagar estão ali na carteira, escutando a conversa.

Quanto à pergunta do “meme idiota“, pode ir tirando o cavalinho pão-duro da chuva, que não autorizo seu ninguém a me  pedir para abrir mão do meu papel higiênico metido a besta. Nem do sabão em pó. Muito menos do absorvente ou do meu cereal favorito. E o leite de soja que só gosto daquele? E olhe que nem falo só por mim. Acredite: a Chun Li, a gata SRD mais antigona que conheço, só come aquela ração. Aff! Pois é, deu para perceber que não troco essas coisinhas por outras que custam mais barato só por custarem mais barato? Tem que ter qualidade agregada ao preço e tal. Mas há alguns itens que pego do mais baratinho. Como tenho que citar apenas um, escolho toalhas de papel para usar na cozinha.

E você? Qual a compra que, definitivamente, só pelo preço mais baixo?

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Meme da entrevista

24 Março 2008, por Maísa Vasconcelos

microfone.jpgPor que não? Segundona, a pessoa com aquela preguiça de pensar muito… Um meme que ninguém é de ferro, senhoras e senhores! E este foi inspirado pelo Sampson. Já vou adiantando que há nas próximas linhas revelações bombásticas. Digo mais: nunca na história deste blog fui tão sincera, meus queridos. Poderia até ter escolhido um título bem legenda de programa da Sônia Abrão como um “Maísa conta tudo“. Mas, prossiga!

1- Por que resolveu criar o blog?
Para ter um blog pra chamar de meu. Meio egoísta isso, não? Era janeiro de 2002 quando publiquei meu primeiro post no El Blog de Los 3 Amigos. Nem sabia o que estava fazendo, apenas queria deixar de ser a anta cibernética de então. Os dois amigos arribaram e achei que estava bem grandinha para ter medo de ficar sola.

2- O que te dá mais prazer em blogar?
Na verdade, gosto do que vem antes do ato de blogar propriamente dito, do momento que em que surge a deixa pro texto ou a foto quem sabe. Aquilo que surge como possível post, o nascedouro. E, ao contrário do que li em outras entrevistas, sinto uma enorme satisfação (sim, porque prazer mesmo só se usa para sexo, meu bem) em ligar o notebook, abrir a página, teclar, revisar, publicar, ler de novo. Feito tuuuudo isso é que vou pensar no retorno do leitor. Sou ou não uma blogueira fadada ao insucesso?

3- Indique um blog bom e um blog que você não gosta (essa vai ser difícil) e porque.
Um bom blog: Mais de um você vai encontrar na milha lista aí do lado. Estão aqui para que não os perca de vista. Não me acostumei ainda com os “ledores” de conteúdo. Se você não é do tipo que lê apenas as beiradas do texto, já percebeu que gosto de rituais como abrir o link, esperar carregar, ver o que deixa de entrar, as cores, a posição disso ou daquilo na página…

Um blog que eu não gosto: Todos os que não dizem absolutamente nada, montados exclusivamente para servir de pegadinha. Pior é que são muitos. E haja texto de analfa que mais parecem patchwork feito de letrinhas.

4- Qual tipo de música, e quais suas bandas favoritas?
Hum, esse meme tá estranho. Olha a seqüência de perguntas nada a ver! Tudo bem. Gosto de música. Ponto. Tem um barulhinho, uma paradinha, mais um barulhinho e mais uma paradinha? Eu escuto. Mas não aumente demais o volume que aí não vai dar. Nem muito menos me peça para gostar de ouvir a música que você quer ouvir no bar lá da esquina na hora que você quer. Se for música na Hilux do fulano que resolveu abrir o porta-malas, aí arruinou de vez!

5- Qual o assunto que você mais gosta de postar?
O que me toca, emociona, desperta interesse, curiosidade. Aí pode ser algo que vivi, li, ouvi.

6- Seaquinevasseceusavaesqui?
Usavasesquieusavacasacoeluvas. E olha que demorei bem uns dez minutos para ler isso! Sou lenta messss.

7- Você é: casado, solteiro, separado, enrolado, desquitado, chutado, viúvo ou outros?
Já fui casada, solteira, separada, enrolada, viúva e outros. Chutada nunca. Hoje estou feliz comigo mesma. Mas se rolar de amar, aí vai ser lindo! Curriculuuuuuuuuum nos comentários, por favor ;)

8- Por que você deu este nome ao seu blog?
Volte ao topo, para a questão de número um. Pois é, acho que o nome escolhido tem tudo a ver com essa atitude individualista oportuna de ter meu próprio blog, pessoal e intransferível com o meu próprio nome.

9- Qual foi o ultimo blog que você visitou?
A pessoa querendo link faz de tudo, hein? Foi o do camarada Sampson, justamente pelo mesmíssimo motivo que ele foi lá no Teobaldo HP.

10- Porque resolveu participar deste meme?
Porque, embora seja realmente lenta para entender do gráfico lá do Analytics, dei uma pescada lá e vi que postar sobre memes dá o maior ibope, ó. Vou nem mentir, pra morrer sem page views!

Ah! Ia esquecendo : experimente responder também! Sua vida nunca mais será a mesma. E, se quiser, deixe a URL nos comentários que eu mando daqui. Afinal isso é ou não uma corrente?

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Meliantes

20 Março 2008, por Maísa Vasconcelos

Que tal ter o seu cartão do banco clonado justo na véspera do feriadão? Anote aí mais um pecado, meu querido: santa não é a quinta-feira, sou eu mesma por ter de suportar o calvário da burocracia e da incompetência dos que acham que polícia pode “imprensar” feriado. Tenho dito.

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Eles são como nós

19 Março 2008, por Maísa Vasconcelos

Cid Gomes - foto: Evilásio Bezerra

Fumam. Sensacional o flagrante do Evilázio Bezerra! O Eliomar de Lima, ligadíssimo como sempre, postou.

Está certo que pega muito mal o governador acender um cigarro justo na saída do Hospital do Coração, mas o que mais chama atenção na foto é mesmo a atitude da assessora (quem é ela?) que tenta barrar o fotógrafo. Não é segredo, a família Ferreira Gomes tem mesmo dificuldades para largar o tabagismo. Ciro Gomes que o diga. Aliás, a primeira dama também fuma. Pelo que vi dia desses, fuma muito, já que mesmo estando em um ambiente fechado e com o filho de colo permanecia com o cigarro aceso.

E o título deste post é uma transcrição do utilizado numa sessão da revista Quem, para denotar atitudes de famosos, tão “banais” como as dos pobres mortais. No caso desta que vos escreve a tentativa é justamente oposta: bem menos “macho” que o Leonardo, há dezoito dias, fraquejando aqui e ali, sigo ganhando essa parada. Mas tá difícil, não vou nem mentir!

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