O casal dos últimos anos
Uma das mulheres mais admiráveis deste país e um dos jornalistas mais respeitados, Ellen Gracie e Roberto D’Avilla, sem dúvida, estarão em todas as páginas nos próximos dias. Viva o amor!
Leia na Época
Uma das mulheres mais admiráveis deste país e um dos jornalistas mais respeitados, Ellen Gracie e Roberto D’Avilla, sem dúvida, estarão em todas as páginas nos próximos dias. Viva o amor!
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Dominguinhos é o homenageado da sexta edição do prêmio, que acontece no próximo dia 28 de maio no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Numa madrugada dessas, altas horas, chapeuzim de couro na cabeça, fez-me companhia. O mesmo sorriso de sempre, voz pausada, dizia da facilidade com que “a meninada” lhe convence a fazer participações em estúdio ou mesmo em shows. Certamente um compromisso com o passado que o acolheu, ainda no sertão do Pernambuco. Tranqüilo com a sua música, Dominguinhos nem precisa fazer barulho pra que se note a sua importância. Justíssima homenagem.
Próxima sexta-feira o Na Boca do Povo será temático: falaremos sobre pessoas portadoras de deficiências físicas. Pautas prontas, equipe gravando, convidados agendados, eis que recebo um e-mail do Robério Belchior, produtor de shows. Lembra da Kátia? Faz show em Fortaleza justo na sexta. Agendadíssimo. Então, cante comigo:
“Eu já nem lembro quanto tempo faz
Mas eu não me esqueço que te amei demais
Pois nem mesmo o tempo conseguiu fazer esquecer você
Nããão
Fomos tudo aquilo que se pode ser
Meu amor foi mais do que se pode crer
E nem mesmo o tempo conseguiu fazer esquecer você”
Na Record News ele conta sua história. Poderia ter sido tudo diferente, não fosse a inventividade do grandão que aos doze anos saiu de Pereiro, interior do Ceará, no rumo da capital. Não tem pra ninguém! Como ele mesmo diz: é Falcão “no Brasil, o papa em Roma e Jonh Lennon no caixão”. Divertidíssima a entrevista. Lembrei dos tempos da Escola de Arquitetura, quando até peça de teatro fizemos; do Jornal Sem Regras; dos primeiros shows…
E fui lá no blog dele. É muita fuleragem, má! Sensacional a música feita pro amigo machão, lá da Paraíba, que “depois de umas canas” resolveu “dar um grau” numa rapariga. No motel foi que descobriu que ela se chamava Honório. Ahahaha… Muito bom, “emboramente” o blog necessite de leiaute mais condizente. Urgente!
A cantora faz show em Fortaleza amanhã e já mandou avisar: não recebe ninguém. O recado é para a imprensa e os fãs, que costumam se estapear por um contato mínimo no camarim.
E público, ela quer?
Dira é linda, super atriz, produtora inquieta. Não é minha amiga, mas já tive o prazer de dividir o palco do Cine Ceará com ela. Imagino a tensão vivida nesses dias de espera pela melhora do filho recém-nascido. Inácio nasceu prematuramente, no dia 23 de abril, com pouco mais de oito meses. Torço para que ela tenha um Dia das Mães ao lado do bebê. Lindo presente.
E quer saber? Vou dormir com aquela minha pulguinha atrás da orelha: tem muita mulher botando menino no mundo antes do tempo de amadurecimento. O mundo está mesmo acelerado.
Já é dia mas ainda é noite. Então, boa!
Fonte: Ego
Foi bom para mim. Há tempos não acompanhava o concurso e fiquei satisfeita com a seriedade na condução e o empenho da produção. Glamour sem a caretice característica desses eventos. Um ou outra escorregadela, mas tudo dentro da normalidade de uma transmissão ao vivo. Senti falta de emoção. É tudo muito editado, cortado e as moças acabam sem muito espaço para conquistar o público.
Quanto ao resultado, bem, por instantes acreditei que a Vanessa levaria a coroa. Está certo que ela tem alguns problemas que até ficaram visíveis, como a pele meio castigada, mas portou-se divinamente. Lembro de ter dito, depois de um comentário da Flávia Cavalcante durante o Boca, que ela precisava de mais determinação para impactar já na chegada. Acho que conseguiu isso hoje. Empolgou a platéia. Danada! Há tempos uma candidata do Ceará não chegava tão perto.
Mas a verdade é que no final me dei conta de que uma Miss Brasil se faz depois do título na mão. Nenhuma delas é linda como a Natália Guimarães. Nem ela era linda como está hoje na época em que foi eleita. Sai a Guimarães, entra a Anderle. Vamos ver se faz diferença no Vietnã.
Imagem: G1
Pois é, ficou em segundo, como a Natália Guimarães no Miss Universo.
Deu Vanessa entre as cinco. Momentos de tensão, senhoras e senhores. Cruzem os dedos agora.
Longos e lindos os vestidos do Alexandre Dutra. Mas tem que ser esbelta, uma miss mesmo para não fazer feio dentro deles.
Vanessa foi muito bem na resposta ao Marco Antônio di Biagi, que aliás parecia torcer por ela. A tradutora é que não era lá essas coisas, convenhamos.
Já o Raul Gil foi reprovado. Uma pergunta de uma linha e o sujeito não decorou! E as moças, infelizmente, só reforçam a máxima de que Miss não tem muito a dizer.
O Brasil prefere as morenas. Vanessa é a única loira entre as dez.
Deu Goiás, Rio de Janeiro, Pará, Ceará (Uhuuuuu!), Paraná, Espírito Santo, São Paulo, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul e Minas Gerais.
Surpresa: Rio Grande do Norte.
Graciosas todas. Gabriel Pensador fez bonito, deu show de fato.
Deslize da produção, as moças ficaram paradas até que alguém foi lá e deu a mão à primeira, que começou a desfilar numa parte escura do palco.
Baixou a Leandra Borges em todas elas.
Quanta graça tem a Miss Pará!
As mais aplaudidas: Pará e Ceará.
A maior gafe: da Adalgisa Colombo ao comentar sobre a final do Miss Universo 2007 em que venceu “uma mulher oriental e feia”. Palavras dela. Pegou mal.
As 15: Ceará, Rio de Janeiro, Goiás, Pará, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Piauí, Pernambuco, Espírito Santo, Paraná, Distrito Federal, São Paulo, Santa Catarina, Rio Grande do Norte e Maranhão. Do palpite de 10, acertei oito.
Vanessa ganhou no voto popular. É a primeira semi-finalista.