Procurando por um bom restaurante em Fortaleza?

2 Maio 2008, por Maísa Vasconcelos

Impossível não notar. Avenida Pessoa Anta, quase de frente para o Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura. Uma espécie de aquário, pé direito altíssimo, encravado bem ali na comunidade do Poço da Draga: L’ô! Para quem está de passagem pela cidade e quer um lugar com um serviço decente, ambiente sofisticado sem afetação, comida com temperos inusitados ou nem tanto, e apresentação impecável. Um lugar especial para quem é daqui e busca tudo isso e algo mais para curtir um momento especial. Vá! Nem que seja depois de juntar algumas economias.

Não que seja inacessível, mas se você vai pedir um aperitivo (em torno de R$ 10,00), pelo menos um dos tapas (uma espécie de entrada, miniatura dos pratos do cardápio, que custa em torno de R$ 7,00), um prato principal e uma sobremesa, aí já se foram umas oitenta pratas mais ou menos. Se a companhia for boa de papo e o orçamento estiver mais apertado ainda, dá para ficar curtindo o jardim (um dos três ambientes onde tem um gazebo gracioso) só com a cervejinha e um dos tapas, mais os pãezinhos saborosos que circulam. O cafezinho pode ser cortesia, se você estiver acompanhado do ZéRosa. Pergunte-me sobre isso depois.

E aproveite para esticar a conversa com o espanhol Augustín, o anfitrião mais gentil que se pode ter. Circula entre os clientes, sugere pratos, brinca, encanta com seu bom portunhol. O espírito moleque do cearense em pessoa. Imagine que cantou para mim depois de uma saudação impecável de uma das garçonetes ao violino! Adorei.

Se você não gosta de esperar por uma mesa, vá entre a terça e a quinta. A sexta e o sábado são de casa sempre cheia, o que pode até lhe custar mais cinco pratas por um manobrista. Tem mais: o lugar abre para almoço apenas no domingo. E essa dica dou de graça.

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Investment Grade

2 Maio 2008, por Maísa Vasconcelos

Ah, o economês! Há no termo aí do título uma forte dose de politiquês também, claro, que é pra tudo se complicar ainda mais. O certo é que essa história toda de uma nova cara do Brasil perante os investidores estrangeiros não me agrada de imediato. Na minha “inguinorança”, nem precisamos de “opiniões” de sisudos senhores de terno lá dos cafundós, dessa tal de Standard & Poors, se isso vier junto com um aumento do arroz, do feijão, da gasolina. Dizendo melhor, da inflação. Ui! Bate na madeira três vezes! Vá entender.

E a frase do Delfim Neto, ouvida hoje cedinho no Jornal da Manhã da Joven Pan, fica se repetindo em looping aqui no juízo:

“O Brasil é o último peru com farofa, fora do Dia de Ação de Graças”…
“O Brasil é o último peru com farofa, fora do Dia de Ação de Graças”…
“O Brasil é o último peru com farofa, fora do Dia de Ação de Graças”…

Alguém aí me ajuda a entender melhor o que o sinistro quis dizer, por favor!

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